Delegação do Moçambique conhece programas de sustentabilidade do Amazonas

6 de setembro de 2011 - Representantes conheceram programa de sustentabilidade que virou referência internacional

Fonte: Felipe Irnaldo - Comunicação FAS

Sete representantes do Governo e de entidades ambientais do Moçambique conheceram essa semana as políticas de atuação da Fundação Amazonas Sustentável (FAS). Durante os dias 29 de agosto e 02 de setembro, eles foram apresentados às estratégias estaduais de combate ao desmatamento, aos avanços das unidades de conservação e dos mecanismos de atuação do Programa Bolsa Floresta (PBF) no Estado.

Técnicos do Ministério da Agricultura, da Universidade Eduardo Mondlane e do Centro Terra Viva (CTV), órgãos de referência ambiental no país africano, conheceram as comunidades do Tumbira e Sacará, onde participaram de uma oficina do Programa Bolsa Floresta Associação. Na oportunidade, os membros conferiram as iniciativas de educação do Núcleo de Conservação e Sustentabilidade (NCS) Agnello Bittencourt Uchôa, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Rio Negro.

Participaram das atividades o superintendente-geral da FAS, Virgílio Viana, o chefe do Departamento de Florestas do Centro Estadual de Mudanças Climáticas (CECLIMA), Rodrigo Freire, o chefe do Departamento de Populações Tradicionais do Centro Estadual de Unidades de Conservação (CEUC), Francisco Pinto, representantes da Schneider Electric, parceira da FAS em programas de capacitação, além do professor Niro Higushi, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Delegação conheceu em campo estratégias bem sucedidas no Amazonas (Acervo FAS)

Cooperação Amazonas-Moçambique

A visita é um dos resultados da cooperação da FAS com o Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental (MICOA) de Moçambique, em vigência desde 2009. A intenção é promover sustentação técnica e participativa no processo de estratégias de REDD no país africano.

A diretora nacional adjunta do MICOA, Paula Panguene, explica que a iniciativa é uma franca oportunidade para o aprimoramento das políticas ambientais moçambicanas.

“É uma troca de experiências importante. Contamos muito com o apoio da FAS e das empresas parceiras, no esforço para entender de forma completa o funcionamento do Bolsa Floresta e das unidades de conservação. O Moçambique tem muita semelhança com o Brasil e o que vimos aqui faremos um esforço para colocar em prática lá.”, afirmou.

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