Educação e arte: projeto de incentivo à Leitura e Escrita chega a novas Unidades de Conservação em 2017

7 de abril de 2017 - A partir deste ano, também serão beneficiados estudantes das Reservas do Uatumã e Mamirauá

 

Mais de 150 alunos das calhas do Solimões, Madeira, Rio Negro e Uatumã participarão de oficinas gratuitas de arte e educação em 2017, por meio do Projeto de Incentivo à Leitura e Escrita da Fundação Amazonas Sustentável (FAS). A iniciativa promove rodas de leitura, ações de dramaturgia e até apresentações abertas ao público morador dessas áreas, por meio de uma parceria com a Samsung, Bradesco, Instituto Alair Martins, Coca-Cola e Marriott Internacional.

Desde o dia 13 de março, o projeto vem percorrendo as Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, Mamirauá e do Juma, mobilizando estudantes de 5º ano do ensino fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. As atividades são voltadas à leitura e interpretação de texto, escrita, além de noções de dramaturgia que buscam incentivar à aprendizagem e criatividade na dinâmica das comunidades ribeirinhas.

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“A cada semana percorremos uma localidade, e a ideia é trabalhar, além da leitura e escrita, incentivando noções do conhecimento de si, compreendendo a importância da consciência do que é morar numa comunidade ribeirinha, e o quanto isso é importante para o processo criativo”, explica o coordenador de arte e educação da FAS, Adriano Rodrigues.

As oficinas do projeto são divididas em etapas: conhecimento de si mesmo, elaboração de roteiro teatral, leitura de contos e poesias criada pelos alunos, além ensaios técnicos e apresentação. Neste ano, a ideia é estimular que os próprios alunos possam desenvolver suas peças, e inclusive, escrever livros com contos e histórias dos lugares de onde vivem. Por meio de uma parceria com a Editora Sextante, a ação também distribuirá 120 livros em todas as áreas atendidas pelo projeto.

“Este projeto tem muitos impactos, para além do ensinar de ler e escrever. O projeto busca incentivar a reflexão dos alunos para racionalizar suas atitudes, e empoderá-los em relação aos desafios da comunidade e de sua própria vida”, explica o coordenador de arte e educação da FAS, Adriano Rodrigues.

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A maratona de oficinas reinicia na próxima segunda-feira (10), e percorrerá as RDS do Rio Negro, Amanã, do Juma, além da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Negro.

“O Incenturita é um projeto que está mudando a minha vida, ajudando a desenvolver a minha escrita e leitura, e até mesmo aprendermos que podemos realizar os nossos sonhos, que eles não são impossíveis”, destaca Samira Correa, estudante do Núcleo de Conservação e Sustentabilidade (NCS) Abelha.

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