ESGOTADO: Feira de Pirarucu é sucesso e esgota duas toneladas de pescado em três horas

31 de agosto de 2017 - Pescado será vendido novamente no FUÁ no mês de outubro, vindo das RDS Mamirauá e Cujubim

 
Feira do Pirarucu na FAS (Foto: divulgação/FAS)

ATENÇÃO: venda esgotada. Durante o Fuá, no domingo (3) a ventrecha será vendida a R$ 14,00 o quilo e a carcaça, a R$ 5,00. A venda do filé estará disponível apenas no dia 1º de outubro.

Pescadores da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá, a 632 km de Manaus, estiveram na Fundação Amazonas Sustentável (FAS) nessa sexta-feira (01) vendendo pirarucu fresco. Ao todo, cerca de duas toneladas foram vendidas, vindas diretamente de lagos de manejo do Rio Solimões.

Toda a produção é fruto de projetos de manejo apoiados pelo Programa de Geração de Renda da FAS, que passam por um processo que envolve autorização legal do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), uma contagem específica no lago de pirarucu e metragem determinada para retirada do peixe.

Essas ações estimulam o crescimento e o controle dos estoques de pirarucu nos lagos das unidades de conservação, além de apoiar diretamente o desenvolvimento sustentável no interior, como explica Edvaldo Correa, Coordenador Regional do Programa Bolsa Floresta da FAS no Solimões.

“Quando você compra um pirarucu manejado, totalmente legalizado, você está incentivando o manejo nessas áreas e o cunho social envolvido por trás disso. Todas as famílias envolvidas na pesca tem a possibilidade de se desenvolver e melhorar a qualidade de vida da região onde vivem, já que geralmente a concorrência com o pirarucu ilegal é bem difícil”, conclui.

Preços

O pescado estará à venda no domingo (3) a partir das 9h.A ventrecha será vendida a R$ 14,00 o quilo. A carcaça, a R$ 5,00.

A produção é fruto de projetos de manejo apoiados pelo subprograma de Geração de Renda do Programa Bolsa Floresta (PBF), realizado pela FAS em parceria com o Fundo Amazônia/BNDES e o Banco Bradesco. O projeto tem apoio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Mamirauá, da Operação Amazônia Nativa (Opan), e do Governo do Amazonas, por meio das Secretarias de Estado do Meio Ambiente (Sema), de Produção Rural Sustentável (Sepror), e da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS).

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