FAS participa de painel de segurança hídrica na Amazônia no 8º Fórum Mundial da Água

20 de março de 2018 - Durante o evento, foram discutidos os avanços e as questões relativas a solução do Água+Acesso implantada em comunidades atendidas pela Fundação

 
Desafios de acesso à água em comunidades ribeirinhas estiveram em pauta durante Fórum | Foto: Dirce Quintino

* Por Nayandra Pereira

Na terça-feira pela manhã, a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), juntamente com a Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC) e a organização Saúde e Alegria, discutiram formas de acesso à água e segurança hídrica na Amazônia durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília-DF, no dia 20 de março.O debate foi liderado pelo Victor Bicca, diretor de relações governamentais da Coca-Cola.

Durante o evento, o superintendente geral da FAS, Virgílio Viana, destacou a importância de soluções de acesso à água adequadas às condições locais da Amazônia, bem como a formação de parcerias com este objetivo.

O superintendente avaliou que a formação de alianças, parcerias e grupos de trabalho entre organizações da Amazônia para tratar de recursos hídricos é um passo importante na ampliação desta agenda nas comunidades amazônicas, bem como a produção de materiais e posicionamentos sobre o assunto.

Além disso, foram discutidos os avanços e as questões relativas a solução do Água+Acesso implantada em comunidades atendidas pela Fundação.

Água+Acesso e a FAS

Em 2017, a FAS, em parceria com a Aliança Água+Acesso implementou soluções piloto para tratamento de água em 2 comunidades na bacia do Rio Negro, a comunidade Solimoezinho na RDS Puranga Conquista e a Marajá na RDS do Rio Negro.

O sistema implementado foi o Ecolágua, que é uma inovação que se mostra bastante apropriada à região amazônica e às condições das comunidades ribeirinhas. Por ser um sistema livre de produtos químicos e com o funcionamento a partir da energia solar, as comunidades podem ter fornecimento de água com qualidade e de forma constante. As famílias beneficiadas, por consumirem água tratada, ganham mais qualidade de vida e ficam menos propensas às doenças de veiculação hídrica.

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