Indigenous women debate on challenges to undertake in the forest

10 th August 2019 - Align sustainability and benefits to the collective challenge is to entrepreneurial indigenous. To further promote these potential, FAS promotes the 1st Meeting of Indigenous Entrepreneurs Amazon, with the Indigenous Women's Network of the Amazon (MAKIRA-ËTA)

 
Mulheres indígenas de todo o Amazonas participaram do encontro | Photo: Larissa Martins

*Por Luiz G. Melo, do Jornal A Crítica

Culinária, handicraft production and utensils, graphisms, agricultura e plantas medicinais são alguns dos saberes e fazeres das populações indígenas que podem gerar empreendimentos com forte potencial lucrativo no mercado nacional e, até mesmo, internacional. To further promote these potential, the Amazonas Sustainable Foundation (FAS) promoveu na sua sede em Manaus, Ten in Park, Zona Centro-Sul, o 1º Encontro de Empreendedoras Indígenas do Amazonas, evento organizado com a Rede de Mulheres Indígenas do Amazonas (MAKIRA-ËTA).

Near 40 empreendedoras indígenas participaram do encontro. Elas são de diversas etnias e de comunidades das regiões do Alto Rio Negro, Upper and Middle Solimões, lower Amazon, chili, Juruá, East Wood, Manaus and surroundings. Algumas enfrentaram até seis dias e seis noites de barco para participar desse encontro na capital amazonense. Como é o caso de Sandra Gomes Castro, da etnia baré, líder comunitária em Santa Isabel do Rio Negro, distant 846 kilometers from Manaus.

“Nossa comunidade pretende expandir mais o alcance dos produtos frutos do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro. Principalmente o cultivo da mandioca brava e seus derivados (goma, flour, farinha de tapioca). A ideia é que, daqui a alguns anos, tenhamos um ‘minipolo industrial’ com os nossos saberes. However, currently, já há uma pequena exportação de nossos produtos aos municípios vizinhos, como São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro”, disse a indígena.

Considerado Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) from 2010, o Sistema Agrícola do Rio Negro envolve saberes ancestrais que planta, colhe e produz de uma forma que assegura a conservação da floresta. “Usamos uma área para roça por três anos, about. Após oito anos aquele pedaço de terra usado para cultivo já está reflorestado. Não usamos nenhum tipo de agrotóxico em nossa colheita. Therefore, queremos, em um futuro próximo, uma espécie de selo de qualidade em nossos produtos até mesmo para expandir o alcance deles – para mostrar ao consumidor que é um produto 100% natural”, projetou Sandra Castro, que também é presidente da Associação das Comunidades Indígenas do Médio Rio Negro.

Da etnia tikuna, Luciana Marques compartilha do mesmo desejo de expandir as produções de seu povo para além dos limites territoriais de onde mora, na comunidade Campo Alegre, localizado no município de São Paulo de Olivença, distant 985 kilometers from Manaus.

“Há um ano as mulheres da comunidade resolveram unir forças para potencializar a produção de artesanato, cocares, brincos, colares e utensílios feito de sementes nativas da floresta, como as de tento preto, de seringa e de olho-de-periquito. Antes era cada uma na sua. Now, not, juntamos força e trocamos ideias entre nós. A produção aumentou e já estamos pensando em exportar os nossos produtos”, said.

Sem agredir o meio ambiente

Para a coordenadora da Agenda Indígena da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Maria Cordeiro Baré, em relação aos indígenas, não tem como dissociar empreendedorismo de expressão cultural. “O empreendimento tem muito da visão de mundo de cada povo. Tudo o que eles produzem tem uma forte ligação com o território onde eles vivem e tiram a sua matéria prima sem agredir o meio ambiente. Por trás de cada produto feito por um indígena há uma história, uma identidade”, said.

“Eles também têm uma visão muito mais coletiva da inovação tecnológica. That is, todos são beneficiados e alcançados caso uma nova forma de produção seja incorporado pela comunidade. Ninguém fica de fora da produção”, explicou.

Longa programação

A programação do encontro inclui mesas-redondas, rodas de conversa e grupos de trabalho. A ideia é que as mulheres indígenas de todo o Estado tenham acesso a informações e treinamentos sobre empreendedorismo, management, sustainable production and marketing, market strategies, innovation and technology, indigenous rights, entre outras pautas.

Neste domingo, encerrando o 1º Encontro de Empreendedoras Indígenas do Amazonas, as mulheres indígenas empreendedoras terão a oportunidade de colocar em prática tudo o que aprenderam com a exposição e venda de seus produtos dentro da Feira da FAS, uma feira de economia criativa realizada das 8h às 19h na sede da fundação, The red Alvaro Braga, 351, Parque Dez, Zona Centro-Sul de Manaus. Admission is free.

Estarão disponíveis ao público artesanato, Indian cooking, graphisms, agricultural foods and medicinal plants, além de atrações musicais, esportes, games and activities, Theater and dance, environmental education, and others.

Conteúdo original: https://bit.ly/2OQBSm7

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