Projeto Primeira Infância Ribeirinha

 
Agentes participam de capacitação na RDS Rio Negro | Foto: PIR/FAS

O período entre zero a seis anos é o mais importante para o desenvolvimento da criança. Esta fase é determinante para o desenvolvimento da capacidade de cognição e sociabilidade do indivíduo. Por isso, a FAS desenvolve o Projeto Primeira Infa?ncia Ribeirinha, em parceria com a Secretaria de Estado da Sau?de do Amazonas (Susam) e Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), com recursos da Fundação Bernard Van Leer. A iniciativa busca subsidiar o desenvolvimento de poli?ticas pu?blicas inclusivas para o desenvolvimento da primeira infa?ncia das crianc?as nas comunidades ribeirinhas no Estado do Amazonas.

O projeto tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento dos cuidadores das crianc?as, fortalecendo o vi?nculo entre os pais e os e filhos, ale?m de desenvolver compete?ncias dos agentes comunitários de saUde. A metodologia, que teve início na RDS do Rio Negro e em 2015 chegou também à RDS Mamirauá, consiste na capacitac?a?o de agentes comunita?rios de sau?de, que, munidos de modelo de visitac?a?o elaborado pelo PIR, realizam acompanhamento da evoluc?a?o das crianc?as desde a gestac?a?o ate? os seis anos de idade.

Faça o download do modelo de visitação do Programa Primeira Infância Ribeirinha

Em 2015, o Primeira Infância Ribeirinha foi apresentado como exemplo de solução para a sustentabilidade na 3ª Conferência Internacional de Práticas de Desenvolvimento Sustentável, realizada em paralelo à Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque. Além disso, o projeto foi destacado no Forum on Investing in Young Children Globally, em Praga, na RepUblica Checa.

Os resultados positivos do projeto foram ressaltados ainda pelos moradores da RDS do Rio Negro em pesquisa realizada pela Action Pesquisas de Mercado em 2015. Questionados sobre as melhorias na comunidade com a chegada do Programa de Educação e SaUde da FAS, cerca de 32% dos entrevistados citaram o PIR como a principal melhoria. A pesquisa consultou 411 moradores de unidades de conservação no mês de agosto de 2015 e tem margem de erro de 5%.

 

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