REDD+
Segundo a definição da UNFCCC (sigla em inglês para Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), a sigla REDD+ significa “redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) provenientes do desmatamento e degradação florestal, manejo florestal, manutenção e incremento de estoque de carbono”.
Em uma visão global, o REDD parte de uma ideia simples, onde entes dispostos e em condições de reduzir suas emissões de GEE por desmatamento devem ser recompensados financeiramente.
O conceito foi apresentado no âmbito da Convenção em 2003, quando um grupo de instituições não-governamentais brasileiras apresentou à UNFCCC um mecanismo propondo a redução compensada de emissões. Em 2005, um grupo de países, propuseram a criação de um mecanismo de mitigação baseado na Redução de Emissões por Desmatamento – RED.
Com o amadurecimento dos debates internacionais, surgiu a necessidade de incluir a degradação florestal e, em seguida, expandir a abordagem para incluir países que detêm estoques florestais e não apenas os que possuem florestas sob grau de ameaça, fazendo com que a sigla evoluísse para REDD+.
Existem atividades de REDD+ em diversos estágios de desenvolvimento e implementação, realizadas por diferentes atores e em diversos locais do mundo. O mecanismo de REDD+ está iniciando uma era de apoio financeiro à conservação florestal e desenvolvimento social e é objeto de crescente reconhecimento internacional.
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